domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ovídio - Mestre da poesia.



Um querido amigo poeta de alma lindamente livre.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Desconectar para conectar


Vídeo encontrado no blogdazizi.blogspot.com

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Catarse, não leiam.

Definitivamente, não foi escrevendo que pensei abrir 2011.

Depois de muitas conversas, debates, questionamentos... a palavra de ordem é: TRANSFORMAÇÃO.
Hoje estou com um aperto no peito. Soube de coisas nada agradáveis de Nova Friburgo, cenas que a gente só imagina em filmes de fim do mundo, "sinal dos tempos" - como dizem uns "queridinhos".

Não há como passar ileso. Tão perto. Tô há 40 minutos de Friburgo e todos aqui estão estarrecidos.
Pensei muito e essa tragédia não é para os que lá estão, é pra nós, ainda sobreviventes.

Em Friburgo não houve distinção a água que limpa é a mesma que destrói e leva "conquistas" de uma vida inteira num piscar de olhos, com força inimaginável. Não há terremoto, maremoto, furacão; bastou a chuva. Veio do céu a destrição. E Deus nem queria isso. Mas o homem, ah o homem. Não um homem especificamente, nós homens.

Gente, rico, pobre, bicho, político, policial, médico, professor, aluno, mendigo... muitos se foram, todos e qualquer um reviraram lixo atrás de comida,            SÃO iguais.
Barraco, comercio, mansão, casa, apartamento, nada foi poupado. O pânico se instarou de tal forma que nem pensaram que o rio não sobre serra, só queriam correr pra se salvar. O bicho quer sobreviver - sobrevivência. Num instante estou vivo, no outro sobrevivo carregando meu cadáver de toda uma vida; de repente, só cadáver.

Caralho, devastador. Homem, mulher, criança, órfãos, humanos dividindo o mesmo abrigo, agora ninguém tem porra nenhuma. Só assim somos todos iguais.

2011, janeiro, começo de novo ano, nova década, ainda início de novo milênio. Se o bicho homem não acordar, não se TRANSFORMAR, o homem será só bicho muito em breve.


A TRANSFORMAÇÃO é da consciência, do espírito. Plásticas não fazem isso, televisão oferece um desserviço, dormir é fuga, fechar os olhos não vai adiantar calar.
Eu tenho que poluir menos - até o papel da bala é pra lixeira -, consumir menos - felicidade vem de dentro, não é pílula comprada em shoppings ou drogarias.

O "serumano" só quer ter, ostentar, adquirir, conquistar. Ninguém faz mais o necessário, compra o que precisa? Tenho que rever meus próprios conceitos, antes de ser só cadáver.

Se vc leu essa porra até o fim, faz o mesmo, reveja os conceitos próprios. Mais autocrítica. Tira a venda dos olhos, abre a boca, fala o que pensa, age, melhora o que tá à volta. Acorda! Muda!

Um abraço apertado, tocando os chakras.





Imagens retiradas do site de busca Google.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

2010 termina com chave de ouro

Essa . "$ Cara" é uma das músicas prediletas do poeta de hoje. Música cantada pela Marina Lima. Já sabem quem ele é?

O poeta, além de fã dessa cantora é muito crítico, íntegro, honesto. Um grande homem, na verdade, o homem que mais admiro hoje na minha vida. Apareceu há 4 anos e muita coisa mudou, pra muito melhor claro. A última postagem de Marcio Nicolau no InterTextual foi  e é um exemplo do que se pode encontrar nesse espaço crítico, de pensar, agir, fazer; um espaço exemplo de humanidade.
Outro espaço desse cara é o de entrevistas, o Interview, que tem surpreendido bastante. E comigo ele tem ainda o Intermediário, onde brincamos muito e fazemos todos conversarem. 
Seu ser e escrita geram reações que me fazem ter orgulho desse poeta,